Palavras.
Vida. Histórias.
Lembranças.
Memórias.
Escrever? Impulso. Sistóle. Diástole...
Yin. Yang. Sangue do meu sangue.
Sistóle, Ying. Diástole,Yang.
Ou vice-versa? Estão nas seringas.
Veias feias. Sempre a fragilidade capilar.
E vascular. A vasculhar...
Doenças inexistentes. Curas impossíveis.
Ganância. Exploração. Visíveis?
Histeria. Obsessão. Mão e contra-mão. Anote.
Escreva. Para lembrar. Que após vir, só, partir.
Tente resistir. Lembrar. Se agarrar. Não existe voltar.
Hospitais? Ficam! Doem! Repicam!
CTI. UTI. Tudo extorquindo. Falsificando o melhor de TI.
Ou você. Quem batalhou, viveu. Venceu. O invencível.
Atravessou o tudo e o impossível. Vencedor ???
No final, exposto. Àqueles que administraram tua dor.
Agonia! Imposta! Esvaindo quantias incomensuráveis.
Os PHD'S! Cuidando com atenções. Incontestáveis.
Blindados. Por diplomas impostados. Esqueceram você.
Mas jamais, nunca. Perderam de vista, tua pobre carteira...
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Para Carlinhos Lyra
e Vina (evidentemente)
Quero dizer....
O que não posso dizer
Pois ao dizer, inevitável, o perder
Então por quê? Tudo ou nada esquecer
O que fiz está feito. Errado ou direito.
Feito por feito. Sem pensar nem razão.
Brinquei e joguei. Apostei num azarão.
Viver sem você. É achar solução?
Errei em apostar ser imune ao azar.
Quis fugir, correr voar. Me esconder.
Hoje, rumo ao sem rumo. Em frenesi.
Temendo parar.
Esperei, sem você, poder me enganar.
Mas sem você, o que posso esperar?
Sem com você para me levantar?
Pecados que cometi, todos pra te magoar.
Aguardo seu colo, carinho, seu doce afegar.
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém.
Repitam o refrão os que não o conhecem também.
Não errem ao um grande amor maltratar.
Pois sem amor, meu amor, nós não somos ninguém.
Ivan Fernandes.
e Vina (evidentemente)
Quero dizer....
O que não posso dizer
Pois ao dizer, inevitável, o perder
Então por quê? Tudo ou nada esquecer
O que fiz está feito. Errado ou direito.
Feito por feito. Sem pensar nem razão.
Brinquei e joguei. Apostei num azarão.
Viver sem você. É achar solução?
Errei em apostar ser imune ao azar.
Quis fugir, correr voar. Me esconder.
Hoje, rumo ao sem rumo. Em frenesi.
Temendo parar.
Esperei, sem você, poder me enganar.
Mas sem você, o que posso esperar?
Sem com você para me levantar?
Pecados que cometi, todos pra te magoar.
Aguardo seu colo, carinho, seu doce afegar.
Sem você, meu amor, eu não sou ninguém.
Repitam o refrão os que não o conhecem também.
Não errem ao um grande amor maltratar.
Pois sem amor, meu amor, nós não somos ninguém.
Ivan Fernandes.
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