CLAUDIUS.
O MODESTO.
Claudius.
Arquiteto dos mais belos e não menos profundos
"cartoons" brasileiros.Claudius. Nankin de Mel.
O Sean Connery bonito, casado com Jô.
Verdadeira bond-woman. Nunca girl.
Claudius. O que sempre nos embasbacou.
Nem mais nem menos. A todos. Fortuna. Ziraldo.
Millôr. Reconheceram. Nenhum vacilou.
Sempre boquiabertos. Por mais "ex"pertos.
De suíças nos deslumbrava. E, pelamordeDeus,
insiste? Sim. Discretamente. No alumbramento.
Nunca falha. Sempre talha, como uma lâmina.
Como uma pena, sem pesar, leve. Nos leva.
Eleva. Leveza de pena. Fácil. Que domina.
Pena dócil se deixa guiar ao leve toque. Mágico.
Transubstancial. Sutileza. Leveza. Beleza. Papel
na mesa. Indefeso ao traço que Claudius determina.
Claudius.
Sean Connery bonito nos atrai com sua ação.
Nos mostra o sol, a lua, terra e amar. Ensina.
Nossa sina. O que gostar, do que fugir.
Por que ficar, lutar, para onde ir.
Claudius, o modesto. O discreto. O nós.
Claudius,monstro dengoso, afetuoso, senhor.
Claudius do traço, do contra, do pós. E após.
Senhor da modéstia. Do talento. Claudius. O Deus.
P.S. Cometido com carinho e total devoção.
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Flip.Flyp.Haikais.Haicais. HaiKu. Inconsciente quântinco.
Flip.
Flyp?Flip das Flips.
Flip das Flips?
Meu pai homenageado. Lenço de pano, dobrado no bolso, instrumento
necessário como canivete suíço. Nestes dias, mais. Muito mais.
Esconderijo disponível para lágrimas insistentes. Flip.
Passado sempre presente. Futuro inexistente.
Festa literária celebrando no auge, ciência. Sofia. Santa.
Cidade integrada como absolutamente inesperada. No espírito.
Espírito da festa. Da cachaça. Da celebração. Nunca vista.
A cachaça nomeada. Parida? Presenteada? Desaparecida.
Carreteiros. Cantadores. Cantores. Poetas. Ambulantes. Tortos.
Velhos. Crianças. Vendedores. De livros. Idéias. Ilusões. Todos.
Doces. Tão doces. De espírito. De presença. De lembranças.
Doces festivos. Na manifesta. Festa. Festejam, inteiramente, Paraty.
Paraty. Parati. Para mim. Sol a sol. Toda sol. Quente. E fria.
Paraty. Parati. Noite e dia. Quente e fria. Acolhedora. Parati
Para você. Para mim. Paraty. Toda carinho. Plena. Melodia.
Telões. Sabichões. Canções. Cancioneiros. Carretereiros. Paraty.
Ouro. Príncipe. Escravo. Tombada. Tomba a todos nas ruas.
Cruas, descuidadas, fedentinas, agressivas, reativas, nuas. Ruas.
Imparciais. Com regentes e súditos. Exigem atenção e amparo.
Atenção às ruas de Paraty, não separam, pedem ombro amigo, tão raro.
Como um sorriso. Breve. Abertas como um livro, sem revisão, discrição, reparo.
Ruas livres de Alferes, de dentistas, (tiradentes?), que se magoadas, te quebram Dentes. Tenentes. Êta ruas! Difíceis, afáveis, poucas, exigentes. Choram liteiras. Choram literárias.
Insistem em vivas, vivas, atravessando os séculos, narrar histórias em quadras inteiras.
Plenas de gente. Tanta gente. Gente como a gente. Vivendo. Celebrando.
Os que não sabem, não conhecem, não conhecerão, em breve, tão breve, esquecem.
Ruas de Paraty não se lembram de mim. Entende? Me esquecerão.
Ruas de Paraty, repito, não se lembram de mim. Lembrará de ti. Parati?
Assinar:
Postagens (Atom)