quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Lucio. Lucidez. O tanto que nos fez.

Tão pouco de nada.
Tanto de fada.

Reclamações diárias de nosso sistema.
Flagelos cínicos. Impostos. Gangrena.
Impossível, não ser flagrado nesta cena.
Tantrum. Tantrum. Muitos. Demais.

Suficiente para a entrega a pelegos?
Política? Arrego. E arrego e? Mais arrego.
Briga fingida. Esfrega- esfrega. Consensuais.
Acordos de gaveta pagos pelas tramóias federais.

Rio- Brasília- Rio. Não rio. Lembro do Rio.
De Janeiro a Janeiro. O ano inteiro. Consensual.
Rio Capital. Rio Bahia. Aonde algum dia.
Todo mundo ia, enfim, Capital. Federal
 KUBITSCHEK. Niemeyer. Jobim. Vinícius. Costa.
Lúcio Costa! Esquecido. Largado. Na Bartolomeu Mitre.
Fronteira com a amizade. Avenida aladeirada, conduzindo a nada.
Mas tão frequentada... Ele? Largo. Largado, em próprio pensar.

Celebrado? Mais contestado,,, Fiel. Ao apartamento. Raíz.
Única conquista, capitalista, para o resto de vida, essencial.
A vista. Do mar. No exterior tudo. Espalhado, a contemplar.
O poder Federal? Ignorando. Entregando ao porteiro. Que País!

Lúcio. Lucido. Alucinado. Costa. Uma voz contra a Barra.
Desprendido, economica e éticamente, de qualquer amarra.
Lúcio. Senhor dos espaços. Nos quais corria e transcorria.
Leve. Solto. Em suave ironia. Bradou. Sempre. Com eterna garra.

INACABADO.